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segunda-feira, 31 de março de 2014

Moradores fecham Rodovia Emanuel Pinheiro em protesto

Cerca de 500 pessoas do Movimento dos Atingidos por Furnas (MAF) fecharam na manhã de sexta-feira (28) o quilômetro cinco da Rodovia Emanuel Pinheiro, a MT-251, que liga Cuiabá a Chapada dos Guimarães.

Segundo um dos organizadores do protesto, o produtor Edmundo Elói Paixão, o objetivo é que a Usina Hidrelétrica de Manso, comandada por Furnas, “abra os olhos” para as 1.800 famílias que foram retiradas da região de Manso para construção do empreendimento há 12 anos.


“Antigamente, aproximadamente 1.700 carros passavam diariamente pelo local. Hoje, a média é de 35 mil, chegando a 50 mil em dias de pico. Portanto, queríamos mesmo alertar para nossa situação. De qualquer forma, o movimento foi pacífico”, afirmou.

Conforme Paixão, atingido do assentamento Barra do Ribeirão da Água Fria, lote 17, a promessa de indenização da usina ficou apenas “no papel” e a esperança pode estar indo pelo ralo com a possibilidade propagada de uma venda do local.

“Das 1.800 famílias que foram retiradas do local, Furnas começou a indenizar, em parte, 480 e nunca mais entrou e contato. Nós, no entanto, não podemos ficar aguardando, aguardando, aguardando. Soubemos que a Usina seria vendida e, se realmente for, a esperança de receber o que nos é devido fica zerada”, afirmou.

Ao MidiaNews, o produtor afirmou que o Movimento dos Atingidos por Furnas deu um prazo de 30 dias para Furnas apresentar uma proposta. Caso não seja cumprido o prazo, outras medidas serão tomadas.

“Depois desse prazo, nós vamos para o canteiro de obras da usina. Não podemos mais suportar mais tempo”.

Outro lado

Furnas foi procurada por meio de sua assessoria de imprensa para se posicionar sobre o caso, porém não atendeu aos telefonemas.

Programa "Cama e Café": veja como receber turistas na sua casa

Assista a campanha do Governo do Estado de combate à dengue

sexta-feira, 28 de março de 2014

Estado divulga dados de dengue de 1 de janeiro a 27 de março de 2014

De acordo com os dados do SINAN online, de 1º janeiro a 27 de março de 2014, o Estado de Mato Grosso registrou 3.293 casos notificados de dengue, sendo que o Estado registrou 07 ocorrências de óbitos com 05 que estão em investigação (01 Alta Floresta, 01 Cuiabá, 01 Campo Novo dos Parecis, 01 Várzea Grande e 01 em Lucas do Rio Verde) e 02 confirmados (01 em Sinop e 01 em Rondonópolis).

Cuiabá registrou 309 casos, Rondonópolis 178 casos, Sinop 890 casos e Várzea Grande 152 casos. No ano de 2013 as notificações no mesmo período foram de 25.651 casos notificados no Estado.

CUIDADOS - Combata os focos do mosquito em sua casa, seguindo as seguintes orientações: Limpe calha dos telhados; limpe os pratinhos dos vasos de plantas; mantenha piscinas limpas; não deixe formar poças dágua; elimine qualquer tipo de material que possa acumular água; garrafas ou recipientes sempre virados de boca para baixo; pneus mantidos em locais cobertos para não acumular água; tampe bem as caixas dágua e os poços.

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quinta-feira, 27 de março de 2014

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Projeto isenta portadores de deficiência do pagamento de pedágio

Em tramitação na Assembleia Legislativa, o Projeto de Lei 60/2014, do deputado José Riva (PSD), prevê a isenção do pagamento de pedágio dos veículos automotores das pessoas com deficiência física no estado.

“Os valores cobrados nos pedágios pesam no orçamento doméstico de qualquer cidadão, sobretudo quando este possui deficiência física, visto que já arca com alto custo no atendimento de suas necessidades. Por isso, acreditamos que essas pessoas devem ser isentas da cobrança do pedágio”, justifica Riva. A partir da aprovação pelos demais parlamentares, cabe ao Governo do Estado a regulamentação da lei e a fiscalização nos postos de cobrança.

ESTRADAS-PARQUE – Além do projeto que busca a isenção do pedágio para portadores de deficiência física, o deputado Riva é autor da proposta que proíbe a cobrança de pedágio nas rodovias denominadas “Estrada Parque” em Mato Grosso, como o caso da rodovia MT-251, no trecho entre Cuiabá e Campo Verde, passando por Chapada dos Guimarães.

O projeto acrescenta dispositivos à Lei nº 6.142, de 17 de dezembro de 1992, de autoria do ex-deputado Paulo Moura, que disciplinou a criação de estradas parque no estado. Segundo a proposta do deputado Riva, à legislação existente será acrescentado o Artigo 5º-A, estabelecendo que fica vedada a criação do sistema de pedágio ou qualquer tipo de cobrança pelo tráfego e uso das rodovias denominadas “Estradas Parque” no estado de Mato Grosso e estendendo a proibição, no parágrafo único do artigo, às rodovias denominadas "Rodovias Turísticas".

quarta-feira, 26 de março de 2014

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Primeira estação do VLT começa a ser construída em VG

A primeira estação de embarque e desembarque de passageiros do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) começou a ser construída em Várzea Grande. Localizada em frente ao Aeroporto Internacional Marechal Rondon, na Avenida João Ponce de Arruda, a Estação Aeroporto é a primeira de um total de 33 estações que serão construídas nos dois eixos do VLT, sendo 22 na linha 1 (Aeroporto-CPA) e 11 na linha 2 (Centro-Coxipó).

A construção da Estação Aeroporto começou pela fundação, com a execução das estacas (etapa concluída). As atividades iniciaram no fim de fevereiro e atualmente estão sendo executados os blocos (também relacionados à fundação), bem como a montagem da estrutura metálica (pilares), que será seguida para a cobertura. A estação terá 65 metros de comprimento, por 19 de largura e sete metros de altura (em seu ponto mais elevado).

A plataforma terá 30 centímetros de altura em relação ao nível da avenida. Em Várzea Grande serão construídas oito estações de embarque e desembarque, incluindo a anexa ao Terminal Várzea Grande, seguida pela do Aeroporto, Couto Magalhães, Shopping Fórmula, Secretaria dos Esportes, Cristo Rei, Abelardo Azevedo e FEB, cuja nomenclatura obedece àquela prevista no edital. O Consórcio VLT já iniciou a fundação da estação Couto Magalhães.

Em três (dos quatro) terminais de integração (Várzea Grande, CPA e Coxipó) será edificada uma estação anexa ao terminal. Já a Estação Porto será diferenciada, uma vez que também será usada como terminal para a integração entre o transporte coletivo e o VLT. Estrutura - A Estação Aeroporto tem projetos civil (estrutural) e arquitetônico diferenciados. Na parte civil, a diferença em relação às demais estações começa na locação da estrutura na via. Diferentemente das outras estações (com exceção da Estação/Terminal Porto), a do Aeroporto está localizada na lateral da avenida (no sentido Aeroporto - Trincheira Zero Km) e não no canteiro central. Em decorrência disso, a locação das linhas dos trilhos também está na lateral, o que faz com que a estação tenha duas plataformas, uma para o embarque e outra para o desembarque de passageiros. Nas outras estações haverá apenas uma plataforma, usada tanto para quem entra quanto para quem sai do VLT.

Ainda na parte estrutural, a estação contará com bilheteria, catracas para entrada e saída de passageiros, sala de quadros (para instalação dos equipamentos), sanitário para uso interno, lixeiras e pontos com bancos para o usuário aguardar a chegada do VLT (cujo intervalo pode ser de quatro minutos por sentido dependendo do horário). Considerando que a Estação Aeroporto é a porta de entrada da cidade para os turistas que desembarcam em Várzea Grande, o projeto arquitetônico possui um aspecto singular, no formato de arco, que proporcionará à estação uma característica só dela.

Associado à particularidade da arquitetura, o toque final ao ambiente será dado com um projeto paisagístico em três pontos diferentes da estação. Acessibilidade – Não só na Estação Aeroporto, mas em todas as demais, está assegurada a acessibilidade aos usuários. A primeira característica é o nível da plataforma, igual à do trem, facilitando a entrada e saída de passageiros que usam cadeira de rodas. Também será reservada uma área na plataforma para pessoas com mobilidade reduzida e que usam cadeiras de rodas.

Da entrada da estação até a área de desembarque, os deficientes visuais poderão se deslocar usando o piso tátil.

Fonte: Secom/MT

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terça-feira, 25 de março de 2014

Piscicultura de Cachoeira Rica se destaca na região de Chapada

A piscicultura da Associação Comunitária dos Produtores Rurais de Cachoeira Rica, a 28 quilômetros de Chapada dos Guimarães, será uma alternativa a mais para a compra de peixes na Semana Santa. A comunidade, no passado, trabalhava com o garimpo, o que causou grande degradação no solo.

Com a falta de perspectivas, seus moradores começaram a buscar formas para melhorar a renda, sem prejudicar o meio ambiente. “O projeto de piscicultura veio em boa hora, pois as grandes crateras deixadas da época do garimpo serviram para fazer os tanques para abrigar os peixes e o projeto só foi aceito porque iria recuperar uma área degradada”, ressaltou a extensionista da Empaer, Deusimar Muniz.

Em 2012, a associação obteve a licença ambiental da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema/MT) e em fevereiro de 2013 a comunidade recebeu a doação de 32 mil alevinos do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar (Sedraf), que incentivou a produção e a comercialização de peixes por meio do ‘Pacote da Agricultura Familiar’, considerado o maior programa do Governo voltado aos pequenos produtores.

A abertura dos tanques foi realizada pelo Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico e Social Vale do Rio Cuiabá. Neste ano, a associação que conta hoje com 60 associados, realizou no início de março a primeira festa do peixe de Cachoeira Rica, e o lucro foi reinvestido na própria comunidade. “Foi procurando uma perspectiva de futuro melhor que encontramos a piscicultura, um trabalho honesto, oferecendo um peixe de qualidade. Com a arrecadação da festa conseguimos comprar treze jogos de mesa e uma caixa d’água de cinco mil litros.

A prefeitura de Chapada já encomendou dois mil peixes para doação, que eles fazem todos os anos no período da Semana Santa”, comemorou o presidente da associação, Gervásio Moreira da Silva. Os peixes são limpos e frescos, e em seguida são retiradas as espinhas. “Fazemos assim para o peixe ficar mais branco, pois muitos peixes de tanque tem a pele escurecida. Por enquanto só eu tiro as espinhas, mas eu gosto porque pra mim é uma terapia”, relatou a associada Neuraci Aparecida de Amorim.

Fonte: Secom/MT

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segunda-feira, 24 de março de 2014

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Formação busca a redução do analfabetismo

A troca de experiência dos coordenadores e alfabetizadores no processo de formação do Programa Brasil Alfabetizado (PBA) é uma forma de expandir conhecimentos e contribuir para redução do analfabetismo em Mato Grosso. Com esse objetivo a alfabetizadora Maria Conceição dos Santos, de Chapada dos Guimarães, definiu a primeira de quatro etapas de capacitação que a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) realiza com voluntários que atuarão no PBA em 2014.

A primeira formação, que ocorre no Hotel Fazenda Mato Grosso, termina nesta sexta-feira (21). Maria Conceição, que atua como alfabetizadora há três anos, diz que se interessou pelo PBA a partir da experiência de uma amiga que dava aulas. Maria diz que já trabalhava em uma Biblioteca Municipal e por várias vezes havia ensinado pessoas que passavam por lá e queriam entender o que os livros tinham a oferecer. “Enfrentei muita dificuldade, mas nunca desisti. Por vezes, tive que dar as aulas em minha casa. Mas, quando deparei com a grande necessidade de meus alunos, muitos envergonhados por não saberem assinar o nome, ou pegar um ônibus, vi que era preciso continuar. E a cada dia me alegro ao ver a felicidade de uma pessoa que aprende uma palavra nova”, diz a alfabetizadora.

Coordenadora do programa no município de Nossa Senhora do Livramento, Lia Mara Ferraz, ressalta que o maior problema do analfabetismo está na zona rural. O impasse se agrava ainda mais por falta de apoio do município. “Mesmo diante de todas as dificuldades, a conquista das pessoas nos retribui. Hoje coordeno e acompanho o programa, mas já cheguei a dar aula para pessoas com idades variando entre 39 a mais de 90 anos. No programa alfabetizei meu avô, de 98 anos, a minha mãe também. Então é algo que não dá para explicar”, confirma Lia Mara. Ângela Rita Christofolo de Mello, formadora de Juara desde 2004, diz que a capacitação contribui para disseminação das políticas públicas do Estado.

Segundo Ângela, o público da Educação de Jovens e Adultos (EJA) é apaixonado por conhecimento científico. “Falar de alfabetização de jovens e adultos é complexo. A não evasão dos alunos depende também do alfabetizador, por isso, a importância da formação”, diz Ângela Mello.

Nesta primeira etapa, oito municípios - representados por 169 educadores - são contemplados com a formação. Na segunda etapa, que segue de 24 a 28 de março serão capacitados alfabetizadores de Cuiabá e Várzea Grande. A terceira e quarta, realizadas de 31.03 a 04.04 e de 22 a 26.04, respectivamente, atenderá a cerca de 70 municípios do estado.

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sexta-feira, 21 de março de 2014

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Câmara poderá pedir impeachment de prefeito de Chapada

A Câmara de Vereadores de Chapada dos Guimarães instalou, na noite desta quinta-feira (20), uma comissão processante que poderá resultar no pedido de impeachment (cassação do mandato) do prefeito José Neves (PSDB).

Todos os dez vereadores votaram pela abertura da comissão – apenas o presidente da casa, Carlos Eduardo de Lima Oliveira (PT) não votou pois, regimentalmente, ele só vota em caso de empate.

A comissão foi aberta com base em uma denúncia, feita por José Wagner Chaves Santos, de que o prefeito está usando os serviços de um advogado, contratado pela prefeitura, para cuidar de assuntos particulares.

Segundo a denúncia, a prefeitura fez uma licitação, por meio de carta convite, para contratar um advogado para prestar assessoria ao município.

No dia 11 de janeiro de 2013 o certame foi vencido pelo advogado Marcelo Alexandre Oliveira da Silva, com proposta de R$ 78.000,00. A licitação foi homologada em 24 de janeiro.

“Para espanto geral, eis que se constata que o sr. José de Souza Neves tem como assistente de sua defesa, junto ao Tribunal Superior Eleitoral, o mesmo advogado que foi contratado pela prefeitura”, diz a denúncia.

“Ou seja, é advogado da Prefeitura Municipal de Chapada dos Guimarães, e de onde recebe sua remuneração. É um profissional do serviço público, pago com recursos dos cofres públicos do município. O fato estranho é que a Prefeitura Municipal não figura como parte no Recurso Especial Nº 16088 perante o Tribunal Superior Eleitoral”, cita o denunciante.

"Denúncia grave"
Segundo a denúncia, se a Prefeitura Municipal não figura como parte no Processo Eleitoral, e o advogado Marcelo Alexandre Oliveira da Silva está patrocinando a causa eleitoral do prefeito José Neves, caracterizado está o desvio de finalidade da coisa pública, ou seja, o advogado contratado com recursos dos cofres públicos está patrocinando causa eleitoral e particular do prefeito.

Segundo o presidente da Câmara, a denúncia será apurada com rigor pela comissão. “É uma questão grave e o Poder Legislativo a analisará com total isenção e rigor. Em cinco dias, começarão os trabalhos da comissão, que poderá indicar o pedido de afastamento do prefeito”, afirmou.